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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Como funciona o Mundo Corporativo...

Se vc é empreendedor, lembre-se de ouvir também as formigas.

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Clima organizacional - Motivação e Desmotivação


'Todos os dias, uma formiga chegava ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.

O gerente besouro estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.


A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.


O besouro ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!


O besouro concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial.


A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.


A cigarra, então, convenceu o gerente besouro, que era preciso fazer um estudo de clima. Mas, o besouro, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!!


E adivinha quem o besouro mandou demitir? A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida. '


Já viu esse filme antes?


Bom trabalho a todas as formigas!!!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A História de Seu Coiso, o ET camarada

Certo dia, caminhando pelo sertão de Subaé, eu e Naz avistamos um serzinho verde, com cabeça de ovo. Decidimos chegar mais perto para ver se era um Sergipano ou algo mais estranho.
Ao nos aproximarmos, vimos que se tratava de um ET cabeção com olhos expressivos. Fizemos alguns questionamentos e ele respondeu de imediato, demonstrando uma capacidade imaginativa e de raciocínio bastante aguçada.

- Qual é o seu nome?

- Depende de quem me chama.
- Diga todos e explique o porquê.
- Na terra de origem, Sergipe, onde eu adquiri meu disfarce, fui registrado com Sylvio. Colocaram com Y para me distinguir dos seres humanos.

No mundo virtual onde ganho cada dia mais perSeguidores, me chamam de Seu Coiso. A criatura que me deu esse nome disse que é carinhoso, eu não reclamo porque faz parte do meu plano. Ela é meio louca, mas é um bom humano pra estudo.

Na matrix meu nome é Cabeção mesmo e não preciso explicar mais nada.

- O que faz aqui?
- Em Subaé? Nada, só vim observar algumas espécies e um tal casal Kibe que também faz parte do meu estudo na Terra.

- Epa.. esses somos nós! O que faz na Terra?
- Ah! Vim dominar o mundo e estou conseguindo. Implementei um sistema educacional e estou me infiltrando na educação desse país, embora na educação tudo esteja um caos, o que dificulta muito meu domínio. Nos tempos vagos domino os humanos com minhas piadas infames; eles adoram.

- Entendemos... Entendemos também que você é uma ameaça. Está preso!

Prendemos o suspeito para melhor averiguação, mas ele se negou a falar, apenas contava piadas e falava em uma língua que parecia um tipo estranho oriental onde tudo terminava com KU.

O Jeito foi colocá-lo ao sol, na cruz.
Nesse momento ele foi tocado, começou a falar de uma moça que conheceu na Bahia, lá na terra do pagode, e que mudou seu coração. O nome dela é MaIRA, segundo ele uma perfeita combinação para um nome feminino. Disse que depois que a conheceu alterna entre a pílula azul e vermelha para poder viver a vida de humano. Que tinha a missão de dominar o mundo, mas estava difícil porque os humanos são estranhos, mas são gente boa.


Diante da tamanha sinceridade resolvemos fazer uma pequena reunião e chegamos à conclusão que pior do que está, a Terra não fica, que esse ET não é ameaça alguma e ainda rende boas piadas. Libertamos Seu Coiso para que ele continuasse a missão aqui na Terra e pudesse viver feliz com MaIRA e a mutante Juli que joga Xadrez ao modo extra-terrestre e domina os humanos com sorrisos e danças engraçadas.


Após esse dia fomos convidados a conhecer o centro de pesquisa da família Coiso. Descobrimos que MaIRA já o havia dominado muito antes de nós e que todos vivem em perfeita harmonia.


E por hoje é só, pessoal!!!


Atenção: Essa é uma obra de ficção para homenagear nosso amigo Sylvio, figura ilustre do Buzz e Sergipano. Não tem o objetivo de ofender nem os Sergipanos nem os ETs.


quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O Medo que Sufoca o Amor...



Uma mulher sozinha em seu mundo, feliz, tranquila, perdida em seus livros, em suas músicas, em sua sua sagrada rotina. Uma pessoa vivendo sozinha e sendo feliz assim.

Uma festa, ninguém interessante. Uma dança com um garoto só porque a amiga disse:
- É só uma dança, ele é uma graça; você não precisa ficar com ele.

Se fosse só uma dança, mas foi o cheiro e o calor do corpo dele invadindo seu corpo. Ela tão feliz em estar sozinha e tão vulnerável por conta de uma bebida a mais. Uma tarde e início de noite perfeitas, lindas, ao lado de alguém especial com um sorriso e um olhar vibrantes. Uma troca de telefones e uma saudade de deixá-lo ali.

Acorda pra vida, é dia seguinte. Que nada, todo o encanto foi só cachaça, ele não vai ligar.
Telefone toca:
- Oi meu amor... Estou com saudade... Quero te ver hoje.
- Oi meu bem... também quero te ver.
- Final da tarde te pego pra gente sair.
- Certo, me liga mais tarde.
- Beijo.
- Beijo.

O encontro, o mesmo beijo, o mesmo olhar, o mesmo sorriso e ainda maior a cumplicidade. Tudo bom demais pra ser verdade. Palavras de carinhos, gestos de amor, sensações de irresistível desejo. Alguns dias de paixão, planos para dois, carinho e amor até a alma se encher de felicidade.

O desprezo, a distância, o medo... a separação. Tudo o que veio rápido foi rápido. Tudo que veio belo foi triste. Um amor que não se foi, sim porque ela ainda sente que o amor existe. Ela ainda não acredita que tudo foi mentira.

Ela insiste, tenta o que pode. Não possui armas porque não sabe conquistar, não sabe mentir, só aprendeu a amar. Ele apenas diz que jamais vai esquecê-la e que ela foi especial para ele. Ela desiste de insistir, mas ainda acredita no amor porque sabe que ele se transforma, mas não se acaba.

Ela não se arrepende do que viveu; busca ser feliz, abrir os horizontes, buscar um novo amor e tem pessoas boas ao seu redor. Ele, não se sabe... talvez em festas, bares, curtindo, fugindo de outro amor, vivendo um novo ou antigo amor ou sendo feliz sozinho.

Um conto de fadas sem final, nem triste, nem feliz. Uma sensação de história inacabada, uma tristeza em saber que o amor não aconteceu em plenitude. Duas pessoas afastadas por um sentimento vão fraco e tão fútil, o medo.

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Essa é uma história ocorrida em algum tempo do meu passado... poderia, perfeitamente, ser a sua história porque o que mais se vê no mundo são amores perdidos por medo de amar... só percebemos quando olhamos para trás e o tempo já passou.

Leandro Lima, sua profundidade me fez voltar a escrever.