Dia 24 de junho foi feriado nordestino, dia de São João. Também conhecido como festa junina, São João é uma data muito esperada por nós, nordestinos. A graça é ir para o interior, comer comidas típicas,tomar licor, acender fogueira, dançar forró, tudo isso no friozinho gostoso do inverno. Foi em Subaé, distrito de Serrinha, que encontrei tudo isso e muito mais.
Dizemos que quem bebe a água de Subaé toda hora quer voltar. Então fui lá na semana santa e voltei no S. João. Na casa de Keu me sinto em casa, a família dela é como minha família. Levei Luis e ele também adorou e quase não queria voltar. Foi ótimo estarmos todos juntos.
Esse foi um ótimo São João, cercado de pessoas especiais em um lugar acolhedor. Obrigada Lú, Keu, família e Subaé.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Subaé... O Paraíso do Sertão
Postado por Geovana às 15:10 2 comentários
quarta-feira, 2 de julho de 2008
São João 2008 - Quarto e Último Dia
Toc, toc... 4:45 da manhã, Rosinha bate à porta do nosso quarto. Marcamos de sair às 5:ooh, mas eu e Rafa perdemos a hora. Corro, tomo banho rápido. Pego as malas e Alexandre de ajuda a arrumá-las no carro (homem tem mais noção de espaço) enquanto Rafa termina de se arrumar. Eu já tinha preparado o lanchinho no dia anterior e combinamos de tomar o café da manhã em algum posto na estrada. Feito, conseguimos sair antes das 5:15h. Levamos água para ir bebendo na viagem.
Existe uma expressão meio feinha que costumam falar por aqui: "cagado de urubu". Quando alguém está "cagado de urubu" significa que está com pouca sorte. Pois é, no dia anterior, antes de sairmos pro passeio, o urubu mirou e acertou no nosso carro, bem no banco do carona.
Passamos ilesos por um caminho de muita serração (neblina), tinha trechos que não dava pra enxergar quase nada, pois o vidro do carro embassava devido à temperatura externa ser menor que a interna. O jeito era ligar o ar, mas não sei como Alexandre se virou por lá, no carro dele.
Chegando em Cruz das Almas(acho que foi lá), paramos para um café. Por precaução, comprei dois lanches pra mim e Rafa e um suco de garrafa. Seguimos viagem. Pista boa, pé na estrada, a viagem parecia ótima. De repente um Urubu cruza o caminho de Alexandre, bate no limpador de para-brisa, em seguida no teto e cai do outro lado da pista. Para completar a façanha, Alexandre teve que passar por dois quebra-molas quase sem enxergar. Flávio, que dormia tranquilamente, acordou com a cabeça batendo no teto; os olhos de Alê saltaram; Rosinha ficou ainda mais apaixonada pelo marido. Paramos no acostamento, consertamos o limpador e seguimos viagem. Por sorte a serração já havia passado, o dia já estava quente.
Mais adiante, foi e minha vez e a de Rafa. Infelizmente, e vocês sabem como é difícil para nós, atropelamos um cachorro na estrada, próximo à entrada para Santo Antônio de Jesus e à loja da embasa. Fazíamos uma ultrapassagem quando o animal surgiu em nossa frente. Não deu tempo freiar e não tínhamos como desviar, foi imediato. Os meninos viram tudo do carro de Alexandre que estava atrás do nosso. Disse que o bichinho caiu duro no acostamento. Alguns metros depois (não sei quantos, já falei que não tenho noção de distância), o carro parou totalmente, não conseguimos mais seguir viagem. O jeito foi acionar o guincho.Enquanto tentávamos entrar em contato com o seguro do Banco do Brasil, reconstituímos o ocorrido e por isso chegamos à conclusão que não tínhamos nenhum meio de evitar o ocorrido. A turma do carro de Alexandre ficou conosco até a confirmação do guincho, mas como estava demorando, eles tinham hora para chegar e o fluxo de veículos estava aumentando, resolvemos que deveriam seguir viagem. No máximo em 02 horas após o ocorrido já estávamos à bordo do táxi pago pelo seguro e o nosso querido carrinho já estava guinchado.
O carro foi levado para a oficina autorizada, mas depois Rafa optou em fazer o serviço na mesma oficina que atende a procuradoria. O seguro disponibilizou o guincho sem problemas. O carro está novinho e ainda fizeram revisão. O custo total foi mais de R$1000,00. Pagaríamos outro tanto só pra ver o cão vivo, mas não foi possível.
Chegando em Salvador, presenciamos uma batida bem próximo a nós. O motorista do taxi foi experiente e nos salvou, mas dois carros se chocaram e a frente do de trás ficou totalmente amassada. Não lembro o nome do motorista ou do guincho, mas perguntarei a Rafa, prometo. Bons serviços devem ser indicados.
Brincamos que foi a cagada do Urubu, mas considero que todos tivemos muita sorte. Foi um feriado movimentado, volta de festa que tem muita bebida e todos chegamos bem, sem nenhum arranhão. Fatalidades acontecem e, por mais que fiquemos tristes, muito pior seria se fosse uma pessoa, uma criança. Então, é uma dádiva e uma sorte ter sido da maneira que foi. Às vezes algo acontece conosco para que algo pior seja evitado e é desta forma que devemos encarar os desencontros. Afinal, o que é um urubu pra quem tem Cristo como protetor?
Ao meio-dia já estávamos todos bem, em casa. Nosso carro já estava bem guardado e a memória cheia de histórias a serem contadas. Obrigada a todos que acompanharam nossa viagem. Até a próxima.
terça-feira, 1 de julho de 2008
São João 2008 - Terceiro Dia
Manhã do terceiro dia, Alexsandra e Flávio resolveram mostrar os dotes culinários (além do gostinho da vingança de nos acordar com o liquidificador), preparando o bolo da aniversariante, Rosinha. Os dois arrumaram uma bonita mesa para o café da manhã, mas o parabéns ficou para a tarde (já tínhamos dado nosso abraço desde a noite do forró).
Optamos por um passeio mais ameno, conhecer melhor Ilhéus e Olivença, além de pagar a moqueca de Flávio. Caminhamos pelo centro histórico e pelo comércio de Ilhéus. Encontramos Jorge Amado que estava sentado no Vesúvio (filme Gabriela), pensando nos detalhes do seu livro e apreciando a vista da Igreja Matriz. Claro que todos tiramos fotos ao lado dele (Jorge Amado neste caso é uma figura representativa, pois infelizmente este grande autor já teve a hora dele).
Passamos pelo cinema de Ilhéus e rodamos o comércio em busca do prédio do Ministério Público (Rafael queria conhecer os colegas). Passear pelo comércio é ótimo porque temos o retrato fiel de uma cidade. Os pontos turísticos são moldados, mas no comércio está o povo. O comércio de Ilhéus é movimentado, as ruas são limpas e as lojas tem bons produtos, até achamos uma loja muito chique com meu nome.
Do comércio seguimos para o Cristo de Ilhéus. De lá tem-se a vista da cidade beira-rio e uma brisa gostosa. Todos estavam ansiosos para chegar na praia dos milionários, então fomos encontrar a irmã e o cunhado de Alexandre (moram na região).
Sombra, brisa, petiscos e roskas, um programa bem baiano. O mar de Olivença lembra um pouco o de Aracajú, mar distante e aberto com muitas ondas. Ninguém se animou em dar um mergulho. A irmã de Alexandre é a cópia feminina dele, está se formando em medicina e tem muitas histórias interessantes pra contar. Ficamos lá contando "causos" até Flávio começar a ficar azul de fome, sonhando com camarões. O casal nos indicou um lugar bom e barato, chamado Casa da Moqueca (sugestivo, não?).

Enquanto esperávamos a tal moqueca e apreciávamos a vista, surgiram várias teorias sobre como seria se pudéssemos voar: teria engarrafamento no céu; teríamos veículos para voar mais longe e mais rápido; fariam campanhas do tipo "se beber não voe". Chegamos à conclusão que a roska fez efeito e a fome era muita.
Após o almoço e o merecido descanso, fizemos o aniversário de Rosinha. Bolo, guaraná, muito doce pra você... Acho que ela ficou feliz porque tinha um número razoável de amigos desejando o feliz aniversário. O bolo ficou muito bom, no capricho! Após os parabéns e um papo-cabeça sobre direito do trabalho, nos arrumamos e fomos curtir a noite de São João.
Confesso que não esperava muita coisa, pois quando chegamos não tinha quase ninguém. Algumas crianças brincavam e soltavam fogos. As tias de Alexandre estavam na varanda com as a vizinha, as barraquinhas já estavam armadas, tudo aguardando festa começar. Em pouco tempo a banda Xote Apimentado começou a tocar o forró pé-de-serra, daqueles de dançar agarradinho, mui
to bom! Dançamos muito, brincamos, comemos e bebemos (pouco). Fechamos com chave de ouro, ao som do forró do Chiclete, cantado pela banda Bonde do Calypso.
Cansados, fomos pra casa dormir e pegar a estrada cedinho no dia seguinte... Terceiro dia, a viagem de volta.... só mais um dia.
Imagens: Geo e Jorge no Vesúvio; Rosinha e Alexandre na Matriz; Rafa em frente à procuradoria; vista do Cristo; todos na praia dos milionários; à procura do disco voador (menos Flávio que já viaja sozinho); aniversário de Rosinha (2 fotos); Olivença (ou será Ilhéus?) em festa (foto do site de turismo).
sexta-feira, 27 de junho de 2008
São João 2008 - Segundo Dia
No dia anterior, programamos de acordar cedo para fazer um passeio a Itacaré, mas após uma festa junina é quase impossível. Eu e Rosinha conseguimos acordar às 7:00h e logo encontramos uma forma educada de acordar os demais: fizemos um suco usando o liquidificador (a idéia deu certo). Mesa pronta, tomamos um café digno de hotel brasileiro e seguimos para Itacaré.
Antes de pegar a estrada, paramos no Chocolate de Ilhéus, uma lojinha de chocolate caseiro, dizem muito bom (e caro). A cidade de Ilhéus fica localizada na costa do cacau, uma região que ficou famosa pelo cultivo do fruto. Infelizmente a vassoura de bruxa tomou conta das plantações e o interesse pelo cacau diminuiu muito. A boa notícia é que a ceplac encontrou um combatente orgânico para a vassoura de bruxa. Ilhéus foi cenário inspirador para a novela Renascer (aquela que Marcos Palmeira ficava pisando cacau; lá na loja tinha a miniatura da fazenda) e para muitos romances de Jorge Amado (Gabriela, Jubiabá, dentre outros).
Finalmente seguimos a caminho da famosa Itacaré. A estrada parecia um tapete de tão arrumada e era emoldurada por uma paisagem muito bonita, os morros e as praias. É claro que paramos no caminho, no mirante de Serra Grande e tiramos várias fotos de tirar o fôlego (Flávio já havia perguntado pela moqueca de camarão umas 05 vezes). Após aproximadamente 01 hora de estrada, chegamos a Itacaré.
Sei que esperam que eu diga maravilhas do lugar, mas é uma cidade como outra qualquer com praias como outra qualquer. Optamos pela praia da Ribeira. É uma região ótima para o surf, por isso a fama. Rosinha, Alexandre, Alê e Flávio ficaram curtindo a sombra dos coqueiros, tomando uma gelada, enquanto eu e Rafa pegávamos jacaré (pegar onda sem prancha). Cada onda cavernosa, umas tão grandes que a única solução era mergulhar; a sorte é que Rafa é meu salva-vidas particular, então segurei na mão dele e não larguei por nada. Após nossa saída, Rosinha e Alexandre resolveram tomar uns caldos (pegar onda) também. Não conta pra ninguém, mas Alê e Flávio fugiram do banho. Flávio perguntou pela moqueca mais umas 05 vezes.
Uma vantagem de Itacaré é que a praia é fresquinha e cheia de sombra dos coqueiros. A outra vantagem é um banho gelado de rio para tirar o sal do mar. E foi isso que fizemos, mas é claro que Alê e Flávio fugiram do banho de rio também.
Pegamos a estrada de volta. A idéia era parar em Itacarezinho (dizem que é muito bonito), mas como o restaurante estava fechado e Flávio já havia perguntado pela moqueca mais umas 05 vezes, resolvemos ir para a cachoeira do Tijuípe. Ótima escolha! De cara ficamos encantados com a paisagem, muito linda! Muitos banhos gelados, um medinho daquela água escura e funda... Rosinha logo tomou coragem e soltou a corda de proteção, indo de encontro a Alexandre. Aí veio a pressão psicológica de Rafa:
- Não é possível, eu sou seu marido, ex-bombeiro, salvavidas e você não vai confiar em mim?
- Da corda eu não largo, tô com frio
- Venha, eu te seguro
- Vou não
- Isso vai dar separação (cara de decepção)
- Tá bom, mas venha me buscar (fui e voltei de macaquinho)
Flávio foi o fotógrafo oficial do evento (pra escapar do banho). Alê ainda arriscou olhar a cachoeira lá de cima(mas nada de banho também). O difícil foi tirar Rafa e Alexandre da água, mas conseguimos.
Após o delicioso banho de cachoeira, fomos pesquisar o preço da tal moqueca. Muito cara! (R$52,00 para 02 pessoas), então resolvemos ir pra casa e comer uma macarronada com frango que a diarista tinha preparado para nós no dia anterior. Uma delícia! (Flávio teve pesadelos com camarões atacando ele)
Após o almoço, uma parada para um merecido descanso. À noite fomos para o São João de Ilhéus. Já ouviram dizer que "para dançador ruim forró nenhum presta"? Pois é, depois de um dia desses o forró ficou fraquinho. Os meninos decidiram provar a xoxotinha fora de casa, mas tiveram uma grande decepção. Xoxotinha é uma bebida a base de Vódica e groselha, então imaginem que eca! A xoxotinha não fez efeito, por isso comemos uns sanduiches e voltamos pra casa.
Terceiro dia... centro histórico e comércio de Ilhéus, Cristo, praia dos milionários, moqueca, aniversário de Rosinha e noite de São João. Aguardem...
Imagens
Chocolate de Ilhéus: Gabriela e Nacif (eu e Rafa); fazendinha Renascer; frente da loja (eu, Rafa, Alexandre, Alê e Flávio).
Mirante: vista para o morro; vista para a praia (Alê e Flávio).
Ribeira: Eu e Rafa; Flávio, Alê, Rafa, Rosinha e Alexandre.
Tijuípe: Rosinha e Alexandre (Rafa, Alê e Flávio ao fundo); Cachoeira (Rosinha, Alexandre, Rafa e eu).
quinta-feira, 26 de junho de 2008
São João 2008 - Primeiro Dia
Recebi o convite e Alexandre de Rosinha para passar o São João em Ilhéus. Como o dia 24/06 caiu numa terça-feira, o feriado ficou bem grande (o nordestino leva a data a sério). Foram 04 dias de folga e festa. Para evitar a estrada à noite, decidimos sair cedinho, às 5:00h da manhã de sábado, dia 21/06. Após alguns atrasos (Alê e Flávio dormiram além da conta), conseguimos sair às 5:40h. Rosinha, Alexandre, Alexsandra (Alê) e Flávio foram num carro; eu e Rafa no outro.
A viagem em dias normais duraria entre 05 e 06 horas, mas todos tiveram a mesma ideia nossa e o congestionamento se estendeu pela BR 324 até as imediações de Feira-de-Santana.
Diálogo entre mim e Rafa, respectivamente:
- Já andamos quanto?
- Bem pouco, ainda nem saímos de Salvador. Uns 11km
- 11 Km equivale a quanto?
- Já vi que mulher não tem noção de distância mesmo. É como ir e voltar do Farol da Barra a Ondina duas vezes.
- Só? Tá....
......... passa tempo, passa tempo..... acho que umas duas horas ou mais.....
- Já andamos quanto?
- Você não viu? estamos parados, ainda nem chegamos em Simões Filho.
- Isso equivale a quanto % da viagem até Santo Antônio (previsão do fim do congestionamento)?
- Já andamos uns 30Km, uns 10% do percurso até Santo Antônio
- Se não conseguirmos chegar a Ilhéus, ficaremos em Nazaré (logo depois de Santo Antônio, minha cidade natal)
- É, pode ser....
(Trilha sonora... senta que é de menta e chupa que é de uva em 04 versões diferentes)
É claro que trânsito lento é muito chato, por isso o trânsito parou totalmente. Ninguém passava. O jeito foi sair do carro, esticar as pernas, fofocar com a turma do carro de Alexandre e tirar fotos para o blog (tá vendo como pensamos em vocês?). Após um tempo, o trânsito foi liberado e conseguimos seguir viagem com muito fluxo, mas sem congestionamento.
(Alê nos salvou emprestando um CD de mp3, ufa!)
Rafa se empolgou tanto com a pista livre que errou o caminho. Só percebemos quando Rosinha ligou e perguntou onde estávamos. Para retornar, passamos em Conceição de Feira, aproveitamos e compramos dois deliciosos licores de maracujá e menta.
Conseguimos nos encontrar em Santo Antônio de Jesus e seguimos em comboio até Gandu, onde paramos para almoçar e fofocar (desculpe, homem não fofoca, conta "causos").
Finalmente chegamos em Ilhéus, depois de 12 horas de viagem. Fizemos mercado e fomos para casa, descansar e fazer a produção para a festa à noite.A festa foi em Olivença, terra da família de Alexandre. Lá tem até rua com o nome da avó dele. Olivença foi desenvolvida em terras que foram da família de Alexandre, por isso muito familiares moravam ou moram por lá. Cidade pequena, aconchegante e beira-mar, uma delícia. Crianças soltavam fogos e brincavam, barracas com bebidas e comidas típicas e forró no palco. Dançamos ao som do Fala Mansa, bebemos licor em lindos copos vermelhos (guardamos, é claro) e fomos pra casa descansar para curtir o dia seguinte.
Segundo dia... Uruçura, Itacaré e Ilhéus.... aguardem!
(Clique nas imagens para ampliá-las)
Imagens: Rafa ainda de bom humor, engarrafamento 324, vista de Gandu, meninas em Gandu, abastecendo, vista de ilhéus na chegada (02 fotos), Rosinha e Alê na casa.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
São João 2008 - Apresentação
Título: São João 2008, aventura na terra de Jorge Amado
Personagens: Geovana, Rafael, Alexandre, Rosinha, Alexsandra e Flávio
Cenário: Gandu, Uruçuca, Ilhéus, Itacaré e Olivença.
Sinopse:
De Salvador a Ilhéus, curtindo a maior festa do Nordeste. Os 06 amigos saíram em busca de forró e natureza. Engarrafamento na ida. Vista do pôr-do-sol, banho de mar e de cachoeira, macarronada caseira, moqueca de camarão, muito forró, licor, comida típica, xoxotinha(vou explicar... calma), ani
versário de Rosinha e muito mais.
Como toda festa tem muito movimento na estrada, ocorreram dois incidentes, mas ficou tudo bem.
Cada foto era uma lembrança para o blog. Fim da viagem, 06 amigos com cara de felicidade e cansaço.
Episódios: A viagem será contada em 04 episódios (01 por dia) e começará amanhã, então não percam as cenas dos próximos capítulos. Aqui estão algumas fotos. Colocarei outras amanhã.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Soneto a São João
Está começando no nordeste o maior festãoFesta do povo, de todas a idades,
de todas as cidades,
A festa do São João
São João tem licor e tem quentãoTem canjica, milho verde, amendoim
Tem bolo de fubá, carimã e aimpim
O queijo cuia é a maior tentação
O frio vai embora, dançando xote, xaxado e baiãoDois pra lá e dois pra cá, esquentando o coração
A quadrilha é animada, uma guerra entre cidades
As crianças soltam fogos com suas amizadesA fogueira aquece o povo e mostra a devoção
Por este santo tão querido, o pequeno São João
----------------Quem puder me ajudar, meu blogger está louco! Não mostra as figuras, só o html. Não mostra os ícones para alinhar o texto.
Postado por Geovana às 12:22 2 comentários
Marcadores:
Música e Poesia,
São João