quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Segredos do Mar

Esse Texto, Elaborado pelo PURA, é muito importante e merece ser divulgado.
Leiam, copiem, repassem e sigam as sugestões.

"
Quando chega o verão, nós, humanos, nos sentimos atraídos pelo mar.

Multidões se reúnem nas praias buscando um contato com as ondas que nos proporcionam prazer e descanso. Porém, o caminhar do ser humano deixa sua trilha fatal nas areias da praia.

Milhões de sacolas de nylon e plásticos de todo o tipo são largados na costa, o vento e as marés se encarregam de arrastá-los para o mar.

Uma sacola de nylon pode navegar várias dezenas de anos sem se degradar.

As tartarugas marinhas confundem-nas com as medusas e as comem, afogando-se na tentativa de engoli-las.

Milhares de golfinhos também morrem afogados...

Eles não têm capacidade para reconhecer os lixos dos humanos, até porque, "tudo o que flutua no mar se come". A tampa plástica de uma garrafa, de maior consistência do que a sacola plástica, pode permanecer inalterada, navegando nas águas do mar por mais de um século.

O Dr. James Ludwig, que estava estudando a vida do albatroz na ilha de Midway, no Pacífico, a muitas milhas dos centros povoados, fez uma descoberta espantosa.

Quando começou a recolher o conteúdo do estômago de oito filhotes de albatrozes mortos, encontrou: 42 tampinhas plásticas de garrafa, 18 acendedores e restos flutuantes que, em sua maioria, eram pequenos pedaços de plástico.

Esses filhotes haviam sido alimentados por seus pais que não conseguiram fazer a distinção dos desperdícios no momento de escolher o alimento.

A próxima vez em que Você for à sua praia preferida, talvez encontre na areia lixo que outra pessoa ali deixou. Não foi lixo deixado por Você, porém, é SUA PRAIA, é o SEU MAR, é o SEU MUNDO e Você deve fazer.

Muitos pais jogam com seus filhos o jogo de: "vamos ver quem consegue juntar a maior quantidade de plásticos?" como forma de uma inesquecível lição de ecologia.

Outros, em silêncio, recolhem um plástico abandonado e levam-no para suas casas, com restos do mar. Você os verá passarem sorridentes, sabendo que salvaram um golfinho".

"Não se pode defender o que não se ama, e, não se pode amar o que não se conhece".



Instituto Pela Preservação e Utilização Racional da Água
Rua Miguel Tostes, nº 804 – Porto Alegre - RS - Brasil
Organização da Sociedade Civil de Interesse Público.
OSCIP

4 comentários:

Rosinha disse...

Muito bom texto, merece mesmo ser divulgado, pro nosso próprio bem!

Sonhos de Crochê disse...

Precisamos todos termos conciencia do mal que fazemos, então é arregaçar as mangas e recolher nossa sujeira... e a dos outros. Fazer economia, de água, de energia, como também ser mais simples, menos roupas, menos sapatos, menos um montão de coisas que adquirimos apenas porque alguém diz que é para termos, ou ... nós mesmos, pra quê tanta coisa? Depois olha o trabalhão pra cuidar, guardar ... e as vezes nem usar.
É isso que estou tentando passar para minhas filhas e também para as pessoas que conheço, mas já ví muita gente "entronchar" a cara pra mim. Eu ... nem ligo!!!!!!!!
Paasa lá no meu blog, tem um presentinho pra você.
Beijo
Rita

Sonhos de Crochê disse...

Ih! menina, esquecí de te contar, te invejei e coloque também um presépio no blog. Tá lindo!
O que é bom é assim, dá logo uma vontade de fazer também.
Beijo

Geo disse...

Oi meninas!
Rita, Já peguei meu presente e enfeitei meu blog. Beijos.